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sábado, 1 de junho de 2013

To be continued...

Escrevo em ti pensando mas em nós sonhando escrevemos as mais belas páginas de um livro que são nossas vidas… Corremos um para o outro sem em nada pensarmos… Nossa paixão que serve de combustível para a nossa vivência em harmonia, faz-nos perdurar durante décadas, dias e segundos numa imensidão que nos faz despertar para uma realidade… Dura ou não, nada dura para sempre mas para todo, sempre, fomos e seremos um ao outro. Confuso não? Se lermos devagar tais palavras poderão ter diferentes perspectivas. Mas, mas (sim escrevi duas vezes) com esta interjeição damos início a mais uma bela frase, quase tão bela como as palavras que nunca te direi quando mais tarde envelhecermos lado a lado pois o silêncio esse é a alma do negócio em vez de o ser o segredo que já o era. Para e volta atrás, a mensagem está bem implícita nesta caligrafia da Era moderna…

Neste nosso filme apenas existem dois protagonistas desta média / longa metragem… Sendo nós precursores do além e do infinito, num mundo de 7 maravilhas, 5 os são, sentidos a rigor, levando-nos a repensar nossas vidas e sem perder predicados eis que nada se cria e tudo se transforma nesta imensidão que é o teu olhar, o teu cheiro, o meu sentir-te, a tua voz e o teu sabor… que tanto eu gosto…

Sabes que desperto em ti confusão e misticismo… não dás pelas horas passar, tal como meus dedos passariam por teus cabelos num encontro diabólico e entrelaçado por meandros que ambos conhecemos…  Sinto saudades tuas, de te ver… Se me tiver de chamuscar, fá-lo-ei… Tenho de te ver, de melhor te conhecer nem que para isso tenha de descer até ao inferno e minhas asas de anjo derreter, como nossas línguas se derretem e fundem em prazer quando nos beijarmos… Podia terminar em rima, mas não seria sincero e tornar-me-ia num típico súbdito daqueles que não escrevem com a alma e coração mas sim com o objectivo de tudo bater certo e, contigo, nada bate certo, tudo se torna indecifrável… És como que… algo que cria em mim uma guerra sem quartel e eu, em busca do controle de tais emoções onde me disperso e divago nesta escrita onde nosso sangue se mescla com nossa saliva e teus olhos vertem lágrimas que mais não são que gotas que brotam de um céu repleto de anjos que lançam flechas qual cupido…

Despeço-me com um beijo em teu rosto rubicundo minha encantadora e admirável alma e inspiração.

Perdoa-me a falta de vírgulas nestas últimas frases, mas o objectivo era mesmo deixar-te ofegante, com falta de ar, como eu o faço em beijos de boca fechada, onde inspiro o ar de teu peito e te aperto contra meu …

coração?

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