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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Campanhas e Casas de Banho

Estou farto daquelas campanhas do pobrezinho e do ceguinho... Do, ajudem-me por favor ajudem...

Aceito campanhas onde peçam um pouco do meu sangue, a minha medula e mais qualquer coisa que seja human. Agora, campanhas ranhosas onde pedem dinheiro e onde ainda por cima vão organizar festas e eventos à custa da miséria dos outros... For fuck sake! Nojento e asqueroso.

Se por um lado compreendo o desespero das pessoas em abraçar a vida, compreendo ainda mais os amigos que criam logo uma conta bancária e divulgam o NIB através das redes sociais.

O mais caricato, é que sempre que me convidam a participar nestas coisas, peço sempre para me mostrarem as facturas das despesas e por aí fora. Sou logo barrado à entrada.

Opiniões à parte...

As opiniões são como as casas de banho. Todos nós temos uma, mas algumas cheiram mal.

Depois ainda dizem que não sou romântico e sou amargurado... Não. Sou a favor de nos ajudarmos uns aos outros mas não nos aproveitarmos dos nossos problemas para obter uma vantagem económica com base nisso.

Infelizmente já deu para entender que isto se tornou num negócio e que há muitos que ganham com isto. Basta todos apoiarem com uma festa, um churrasco, um bar, uma discoteca, até os cafés...

"Consumam aqui que nós damos 30% para a campanha do zé pilinhas ou da maria rapaz"

Triste país meu... triste...

Acho que qualquer dia vou criar uma campanha a pedir ajuda para comprar um Bentley. Como isto virou negócio pode ser que consiga pagar metade com ajuda das redes sociais. Quem fala em carros fala em viagens como aquela miúda Bárbara que pediu imensos votos para ganhar uma viagem. Camuflada estratégia de marketing a miúda é amiga de pessoas (estas ditas influentes) que a ajudaram a publicitar nos meios de comunicação social, revistas, jornais, etc... Aqui concordaria com o apoio aos doentes ao invés de miúdas mimadas filhas de angolanos que não sabemos bem como enriquecem e têm amigos influentes.

Quando for grande também não quero ser assim.

Viva la revólution!

Gramática


Quando chegas ao pé de mim... não me invades a alma... fazes sim com que inúmeros músculos do meu rosto se contraiam e meu coração pulse mais rapidamente.

Quanto estamos juntos, deixou de haver a discussão de ontem, a briga do amanhã, a falta de razão e argumento... a Birra!

Quem me beijas e afagas minha nuca com tua mão e te envolvo em meus braços... deixa de haver nós, deixa de haver seja o que for... passa apenas a haver a nossa fusão de sentimentos...

Quando... o que realmente és  é um advérbio de tempo... uma conjunção subordinativa temporal... um locução propositiva... Dar nomes a tudo o que não pode ser nomeado mas sim vivido e sentido...

Consequentemente, o quando deixa de existir e passa a ser um dado aquirido... Passa a ser o Estamos, beijamos, ficamos... Igualmente aqui...  advérbios de modo, onde nossa alma se envolve quando juntos estamos J Sempre... de corpo e mente, efectivamente.

sábado, 1 de junho de 2013

To be continued...

Escrevo em ti pensando mas em nós sonhando escrevemos as mais belas páginas de um livro que são nossas vidas… Corremos um para o outro sem em nada pensarmos… Nossa paixão que serve de combustível para a nossa vivência em harmonia, faz-nos perdurar durante décadas, dias e segundos numa imensidão que nos faz despertar para uma realidade… Dura ou não, nada dura para sempre mas para todo, sempre, fomos e seremos um ao outro. Confuso não? Se lermos devagar tais palavras poderão ter diferentes perspectivas. Mas, mas (sim escrevi duas vezes) com esta interjeição damos início a mais uma bela frase, quase tão bela como as palavras que nunca te direi quando mais tarde envelhecermos lado a lado pois o silêncio esse é a alma do negócio em vez de o ser o segredo que já o era. Para e volta atrás, a mensagem está bem implícita nesta caligrafia da Era moderna…

Neste nosso filme apenas existem dois protagonistas desta média / longa metragem… Sendo nós precursores do além e do infinito, num mundo de 7 maravilhas, 5 os são, sentidos a rigor, levando-nos a repensar nossas vidas e sem perder predicados eis que nada se cria e tudo se transforma nesta imensidão que é o teu olhar, o teu cheiro, o meu sentir-te, a tua voz e o teu sabor… que tanto eu gosto…

Sabes que desperto em ti confusão e misticismo… não dás pelas horas passar, tal como meus dedos passariam por teus cabelos num encontro diabólico e entrelaçado por meandros que ambos conhecemos…  Sinto saudades tuas, de te ver… Se me tiver de chamuscar, fá-lo-ei… Tenho de te ver, de melhor te conhecer nem que para isso tenha de descer até ao inferno e minhas asas de anjo derreter, como nossas línguas se derretem e fundem em prazer quando nos beijarmos… Podia terminar em rima, mas não seria sincero e tornar-me-ia num típico súbdito daqueles que não escrevem com a alma e coração mas sim com o objectivo de tudo bater certo e, contigo, nada bate certo, tudo se torna indecifrável… És como que… algo que cria em mim uma guerra sem quartel e eu, em busca do controle de tais emoções onde me disperso e divago nesta escrita onde nosso sangue se mescla com nossa saliva e teus olhos vertem lágrimas que mais não são que gotas que brotam de um céu repleto de anjos que lançam flechas qual cupido…

Despeço-me com um beijo em teu rosto rubicundo minha encantadora e admirável alma e inspiração.

Perdoa-me a falta de vírgulas nestas últimas frases, mas o objectivo era mesmo deixar-te ofegante, com falta de ar, como eu o faço em beijos de boca fechada, onde inspiro o ar de teu peito e te aperto contra meu …

coração?

Quimera

Escrevo em sonhos mas constato que sonhamos e sonho acordado…
Sonho com o que poderá vir a acontecer mas nada sei o que me espera. Com a minha calma e paciência irreverente descubro que nada sei, tudo sinto e algo adivinho sobre o meu futuro. Coloco em minhas mãos pensamentos, ideias, casos práticos, e vivências e com base em experiências anteriores ou o meu ser empírico facilmente desvendo que te toco sem tocar, que sinto mas jamais te sentirei como desejo que o palpável não me é cedido e que cedendo à tentação de um desejo irei sempre ter de batalhar para chegar a tal estado.

Com o que poderei contar? Com quem? Onde e como? Quais as limitações? Até parece que estou num processo de aquisição de um qualquer imobilizado mas estou apenas mais racional e menos pateta. Sim, menos pateta pois a paixão ou o amor transforma-nos em cómicos, brincalhões e incautos que deambulam pela vida como o Pateta “goofy” em tintas esquartejado está em mil e uma impressões de tira de uma qualquer desenhada banda.

Será que me amas, será que faremos amor, será o que será mas no fundo nada o é… Eso lo Es!
Vivemos nesta incerteza inquietante do não sabermos com o que podemos contar, em nossas vidas, em nosso torno e no nosso ou teu amor.

Aproveitamos sem saber bem qual o nosso rumo. Vivemos com segredos, escondidos de todos sem um tudo. Crianças que roubam e escondem criando e experienciando um misto de ansiedade com adrenalina de um fruto proibido cujo resultado poderá ser o de uma relação amor e ódio por não conseguirmos saber bem distinguir a capacidade de amar e perder. No fundo, aquilo com o que o Ser Humano não sabe lidar. O sentimento de perda… Sim, porque derrotas pessoais todos nós as temos, mas quando perdemos não há já volta a dar.

Porque não vivermos o presente como se futuro não houvesse, porque não sermos e vivermos como anarquistas desta sociedade. Vivermos em segredo como se de imortais nos tratássemos. Sem regras e porventura até com um Great Scotch.

Porque não aproveitarmos o que de bom nos dão e nos regozijar com o que ambos podemos dar um ao outro. Partilhamos ideias e ideais mas há ainda tanto por partilhar… Tanto por dizer e se fazer…

Porque não me deixas despir-te com o meu olhar enquanto os nossos corpos se fundem num bel
prazer de um savoir fair de paixão e amor enquanto nossas peles estaladiças em desejo ardente e suave sedução pecaminosamente se consomem entre beijos húmidos e molhados, carícias e ternuras inqualificáveis, sôfregos… Te possuo a alma com o calor arrebatador de nosso peito envolto nesta magia e sarcástica censura… Carícias e prazeres imorais… Minha lingua que percorre milímetros de tua pele por segundo, absorvendo tua cútis como poros de um deserto de areia que absorve chuvas que tardam em chegar… Faço-te sentir amada e desejada, minha e eu teu… Somos apenas um só…

Possui-me tu com garra e conquista pois eu sim sou quem já te conquistou com este murmúrio meu…

A nossa Quimera de Ouro…

De alguém para alguém...

CS...

Mistura Fina!

Hoje vou cortar na Casaca e não no casaco. Aliás, Blazer ou algo do género...

Estava eu hoje a ler uns artigos e vem parar-me às mãos uma Sra que sobejamente conheço...

Sobrenome "Taborda" e não me refiro ao Tarzan. Dizem que trabalha num qualquer canal televisivo e é parecida com a Lady Gaga. Bem, quem já esta a ficar "gágá" no meio disto tudo sou eu. Refira-se que eu não estou a referir algo que possa eventualmente fazer referência a um nome referido em uma qualquer referência de um referido artigo. Refer... Combóios? Nã... Quer dizer... Os larilas gostam de brincar aos combóios e sim, há um maricas aqui no meio disto. Já lá vamos.

Estou eu a ler um artigo desta Sra, que por acaso aprecio, quando vejo que ela critica o atendimento numa espécie de H3 ou Empadaria "não sei quê". H3 é diferente de H20, lógico. Acho que tem a ver com carne de cavalo e algo do género. Bem, já lá comi e realmente não é do melhor do mundo mas sempre é melhor do que comer um Mac. É grelhado. Cerne da questão, a Sra queixou-se do atendimento e com razão. Vi-a nos globos... Querida o baton rouge e esse corte de cabelo assentam-lhe bem, mas... Como eu não sou larilas, nem nenhum drag queen, lamento informar que do meu ponto de vista de gajo, de sedutor, de homem, de coiso... Epá... I pass! Próxima?!

A cusquice...
Aqui, a grande questão reside no facto de eu já ter ouvido, em amena conversa com um larilas, o nome desta Sra. O Larilas, panisgas ou SWAG team leader, disse-me que havia aberto uma empresa (relações públicas) com a dita cuja e que ela o teria deixado em maus lençois (dívidas e mais dívidas). Este, o Sr Larilas, tanto quanto sei já começa a dever a casaca a cristo de tanta dívida que acumula. Em quem vamos acreditar? Não sabemos. Facto é que este larilóide já teve um restaurante que em vez de ser transparente era muito Opaco e claro está... Fechou! Dúvidas? Questões? Ding Ding Ding! Dívidas! Se bem que isto em Portugal já virou moda. O manel? Sintra? Dívidas... Fecha! Pimba! O humorista com pinta de panasca mas que até nos fez rir durante anos? A mesma coisa.

Enfim, o meu conselho... Querida Streisand, se um Gay incomoda muita gente, dois incomodam muitos mais. Mas não a mim! Quanto mais houverem mais mulheres lindas sobram. És comprometida, certo? Blá blá blá... Amiga, se é que assim te posso chamar, tem cuidado pois a língua afiada dos teus amigos é pior que sei lá o quê.

Sim, inveja... Infelizmente. Tu trabalhas onde trabalhas. Em suma... cá continuarei com a minha rúbrica. Hoje não sei porquê apeteceu-me ser mais cor de rosa. Acho que vou comer uma empada de galinha!

P.s. - se precisares de alguma ajuda com o larilas diz-me. Podes contactar com o CS mas não me envies daqueles e-mails que tenho por hábito receber "CS faz-me um filho" pois jamais o farei e até sei que não queres mais engravidar.

P.s. 2 - porra que se passa comigo hoje que tou a escrever um texto tão sem jeito...

P.s.3 - vou já publicar a segui a este qualquer coisa romântica.

Abreijos!