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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Um clássico...


As minhas mãos grandes.. o meu rosto com a minha barba cerrada mas suave… o meu olhar castanho esverdiado que invade o meu / teu olhar… Os nossos sentidos… o sentir-te…

Aproximo-me de ti enquanto o meu peito exala um aroma doce… um misto de mel com madeiras… um doce atrevido… A minha mão esquerda pega-te pela cintura e aproxima-te enquanto as nossas cinturas se deliciam e começam a dançar freneticamente uma na outra… a minha mão direita afaga os teus cabelos, e dedilha a tua bochecha… a mão esquerda sobe acariciando a tua barriga, afagando o teu peito enquanto as nossas bocas se unem pelos lábios sôfregos de carinho e paixão… lambuzamo-nos em beijos salivados enquanto me chupas a língua e eu mamo o teu lábio inferior… a mão esquerda que sobe, o dedo que coloco em tua boca… a mão direita que suave, como o veneno, desaperta a tua blusa.. botão a botão e eis que num ímpeto de desejo e intensidade a puxo e rasgo… as tuas mãos… em minha cabeça e cabelos… aproveitas e apalpas-me puxando o meu corpo ainda mais contra o teu numa altura em que nossas roupas fazem amor, adivinhando-se um cheiro a feromona qual pólen que atrai uma abelha… desnudo o teu peito num simples gesto enquanto sorrio para ti com o meu ar de sedutor malandro, de bandido que tu sabes que está ali só por ti… retiras os botões de punho da minha camisa… e desapertas lentamente a minha camisa… eu no teu peito nu… nas tuas mamas doces e erectas, lambo e torno o survar de cada mamilo num pecaminoso momento de sofrimento e prazer… pois sopro para arrebitar cada mamilo e te provocar uma erupção cutânea como que um arrepio de tesão… subo novamente ao teu rosto e puxo os cabelos de tua nuca com força, com garra…  lambo e trinco o teu pescoço… subo e enquanto introduzo a minha língua no teu ouvido direito, prendo o lóbulo da orelha com a ponta dos meus lábios… nisto… o meu peito já se encontra contra o teu… desço novamente e com a minha mão esquerda desaperto as tuas calças justas… a minha mão direita fica pelo teu peito… afagando-o cada vez mais com paixão… tu começas por desapertar as minhas calças… e eu digo-te… para… PARA!!!!

 

Ambos paramos e vamos elevar este jogo a um outro nível… um outro cenário…

 

Uma sala, que mais se parece com um museu de nossas memórias vividas num passado longíquo… Candelabros que mais não são que vasos com flores e e velas brancas, acesas num puro sentido de desejo e encanto e ambiente de intensidade… Candeeiros em cristal, caídos de um tecto alto com desenhos parecidos com um quadro de Leo Da Vinci… Uma mesa grande… que daria à vontade para tu, eu, os filhos que jamais teremos e os netos que sonhamos em vir a ter… No meio desta antítese, destacam-se os quadros em talha dourada, uma lareira em pedra branca com um relógio e Ouro Rosa enquanto tu te enquadras nesta nossa pintura sentada em cadeirões Luís XV brancos com forragem dourada… Agora sim, posso continuar… Voltando aos nossos arrepios e devaneios… já semi-nús, volto a beijar-te como se fosse o primeiro… num ímpeto rasgo-te as cuecas e deixo-te completamente desarmada para a minha vista… tu puxas-me os boxers… eu desço com a minha língua que mais parece uma agulha de um polígrafo por conta de um mentiroso… chego ao teu ventre, completamente liso, suave como seda pois estás completamente depilada e beijo a tua púbis descendo ainda mais para saborear o teu mel enquanto prendo o teu clitóris com os meus lábios e lentamente introduzo um dedo em ti e faço um gesto como que se estivesse a chamar-te… imagina um… vem cá… o meu polegar em conjunto com a minha língua formam uma equipa… e as tuas mãos não despegam do meu cabelo remexendo-o freneticamente… a minha mão esquerda explora a tua barriga, o teu rabo… faço-te gemer de prazer, faço-te vir enquanto te provo e te cheiro… viciado em ti e em ti concentrado… volto a subir… e faço como que um toca e foge… Como eu não passo de um Caro Sedutor… digamos que a tua “Cara” faz um toca e foge com o meu “Sedutor”… Mais tarde iremos inventar um nome para os nossos órgãos… olho-te fixamente e devagar, como que um prazer dos deuses, lentamente entro em ti e tornamo-nos um só… mas volto a sair… sabes para quê? Para te beijar as costas e penetrar-te por trás… pegando-te pela cintura e pelo peito… o encaixe perfeito… Deito-te em cima da mesa… no nosso cenário… faço amor devagar contigo… roçando a minha púbis na tua… isto sem tirar o meu olhar do teu e beijo-te com amor, com paixão e sofreguidão… vem-te comigo… digo-te eu sussurrando ao teu ouvido… e eis que me chamas de amor… e eu amor te chamo… Amamos o nosso momento… vivemo-lo com toda a paixão e intensidade de dois amantes… deixo-te vir para cima de mim… onde tu passas a mandar… sinto as tuas nádegas a bater nas minhas virilhas enquanto me cavalgas e os teus cabelos e mamas saltam como se de uma conquista se tratasse… as nossas pernas entrelaçadas como que raízes de uma nogueira… visceral este nosso acto de fazer amor… Sem dares por isso, pego-te ao colo e contínuo a fazer amor contigo… já em pé… pego numa garrafa de vermute que por ali se encontrava e jorro o seu conteúdo em nossos corpos… mais uma vez terei de te provar minha beleza agridoce minha paixão intrínseca…  E este será o nosso ponto de partida para uma próxima ou neste caso para um próximo momento intenso… de um ou vários contos eróticos… Perdoa-me se não fui explícito o suficiente mas prometo que para a próxima terei um outro local, um outro momento e uma outra aventura…

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