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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Campanhas e Casas de Banho

Estou farto daquelas campanhas do pobrezinho e do ceguinho... Do, ajudem-me por favor ajudem...

Aceito campanhas onde peçam um pouco do meu sangue, a minha medula e mais qualquer coisa que seja human. Agora, campanhas ranhosas onde pedem dinheiro e onde ainda por cima vão organizar festas e eventos à custa da miséria dos outros... For fuck sake! Nojento e asqueroso.

Se por um lado compreendo o desespero das pessoas em abraçar a vida, compreendo ainda mais os amigos que criam logo uma conta bancária e divulgam o NIB através das redes sociais.

O mais caricato, é que sempre que me convidam a participar nestas coisas, peço sempre para me mostrarem as facturas das despesas e por aí fora. Sou logo barrado à entrada.

Opiniões à parte...

As opiniões são como as casas de banho. Todos nós temos uma, mas algumas cheiram mal.

Depois ainda dizem que não sou romântico e sou amargurado... Não. Sou a favor de nos ajudarmos uns aos outros mas não nos aproveitarmos dos nossos problemas para obter uma vantagem económica com base nisso.

Infelizmente já deu para entender que isto se tornou num negócio e que há muitos que ganham com isto. Basta todos apoiarem com uma festa, um churrasco, um bar, uma discoteca, até os cafés...

"Consumam aqui que nós damos 30% para a campanha do zé pilinhas ou da maria rapaz"

Triste país meu... triste...

Acho que qualquer dia vou criar uma campanha a pedir ajuda para comprar um Bentley. Como isto virou negócio pode ser que consiga pagar metade com ajuda das redes sociais. Quem fala em carros fala em viagens como aquela miúda Bárbara que pediu imensos votos para ganhar uma viagem. Camuflada estratégia de marketing a miúda é amiga de pessoas (estas ditas influentes) que a ajudaram a publicitar nos meios de comunicação social, revistas, jornais, etc... Aqui concordaria com o apoio aos doentes ao invés de miúdas mimadas filhas de angolanos que não sabemos bem como enriquecem e têm amigos influentes.

Quando for grande também não quero ser assim.

Viva la revólution!

Gramática


Quando chegas ao pé de mim... não me invades a alma... fazes sim com que inúmeros músculos do meu rosto se contraiam e meu coração pulse mais rapidamente.

Quanto estamos juntos, deixou de haver a discussão de ontem, a briga do amanhã, a falta de razão e argumento... a Birra!

Quem me beijas e afagas minha nuca com tua mão e te envolvo em meus braços... deixa de haver nós, deixa de haver seja o que for... passa apenas a haver a nossa fusão de sentimentos...

Quando... o que realmente és  é um advérbio de tempo... uma conjunção subordinativa temporal... um locução propositiva... Dar nomes a tudo o que não pode ser nomeado mas sim vivido e sentido...

Consequentemente, o quando deixa de existir e passa a ser um dado aquirido... Passa a ser o Estamos, beijamos, ficamos... Igualmente aqui...  advérbios de modo, onde nossa alma se envolve quando juntos estamos J Sempre... de corpo e mente, efectivamente.

sábado, 1 de junho de 2013

To be continued...

Escrevo em ti pensando mas em nós sonhando escrevemos as mais belas páginas de um livro que são nossas vidas… Corremos um para o outro sem em nada pensarmos… Nossa paixão que serve de combustível para a nossa vivência em harmonia, faz-nos perdurar durante décadas, dias e segundos numa imensidão que nos faz despertar para uma realidade… Dura ou não, nada dura para sempre mas para todo, sempre, fomos e seremos um ao outro. Confuso não? Se lermos devagar tais palavras poderão ter diferentes perspectivas. Mas, mas (sim escrevi duas vezes) com esta interjeição damos início a mais uma bela frase, quase tão bela como as palavras que nunca te direi quando mais tarde envelhecermos lado a lado pois o silêncio esse é a alma do negócio em vez de o ser o segredo que já o era. Para e volta atrás, a mensagem está bem implícita nesta caligrafia da Era moderna…

Neste nosso filme apenas existem dois protagonistas desta média / longa metragem… Sendo nós precursores do além e do infinito, num mundo de 7 maravilhas, 5 os são, sentidos a rigor, levando-nos a repensar nossas vidas e sem perder predicados eis que nada se cria e tudo se transforma nesta imensidão que é o teu olhar, o teu cheiro, o meu sentir-te, a tua voz e o teu sabor… que tanto eu gosto…

Sabes que desperto em ti confusão e misticismo… não dás pelas horas passar, tal como meus dedos passariam por teus cabelos num encontro diabólico e entrelaçado por meandros que ambos conhecemos…  Sinto saudades tuas, de te ver… Se me tiver de chamuscar, fá-lo-ei… Tenho de te ver, de melhor te conhecer nem que para isso tenha de descer até ao inferno e minhas asas de anjo derreter, como nossas línguas se derretem e fundem em prazer quando nos beijarmos… Podia terminar em rima, mas não seria sincero e tornar-me-ia num típico súbdito daqueles que não escrevem com a alma e coração mas sim com o objectivo de tudo bater certo e, contigo, nada bate certo, tudo se torna indecifrável… És como que… algo que cria em mim uma guerra sem quartel e eu, em busca do controle de tais emoções onde me disperso e divago nesta escrita onde nosso sangue se mescla com nossa saliva e teus olhos vertem lágrimas que mais não são que gotas que brotam de um céu repleto de anjos que lançam flechas qual cupido…

Despeço-me com um beijo em teu rosto rubicundo minha encantadora e admirável alma e inspiração.

Perdoa-me a falta de vírgulas nestas últimas frases, mas o objectivo era mesmo deixar-te ofegante, com falta de ar, como eu o faço em beijos de boca fechada, onde inspiro o ar de teu peito e te aperto contra meu …

coração?

Quimera

Escrevo em sonhos mas constato que sonhamos e sonho acordado…
Sonho com o que poderá vir a acontecer mas nada sei o que me espera. Com a minha calma e paciência irreverente descubro que nada sei, tudo sinto e algo adivinho sobre o meu futuro. Coloco em minhas mãos pensamentos, ideias, casos práticos, e vivências e com base em experiências anteriores ou o meu ser empírico facilmente desvendo que te toco sem tocar, que sinto mas jamais te sentirei como desejo que o palpável não me é cedido e que cedendo à tentação de um desejo irei sempre ter de batalhar para chegar a tal estado.

Com o que poderei contar? Com quem? Onde e como? Quais as limitações? Até parece que estou num processo de aquisição de um qualquer imobilizado mas estou apenas mais racional e menos pateta. Sim, menos pateta pois a paixão ou o amor transforma-nos em cómicos, brincalhões e incautos que deambulam pela vida como o Pateta “goofy” em tintas esquartejado está em mil e uma impressões de tira de uma qualquer desenhada banda.

Será que me amas, será que faremos amor, será o que será mas no fundo nada o é… Eso lo Es!
Vivemos nesta incerteza inquietante do não sabermos com o que podemos contar, em nossas vidas, em nosso torno e no nosso ou teu amor.

Aproveitamos sem saber bem qual o nosso rumo. Vivemos com segredos, escondidos de todos sem um tudo. Crianças que roubam e escondem criando e experienciando um misto de ansiedade com adrenalina de um fruto proibido cujo resultado poderá ser o de uma relação amor e ódio por não conseguirmos saber bem distinguir a capacidade de amar e perder. No fundo, aquilo com o que o Ser Humano não sabe lidar. O sentimento de perda… Sim, porque derrotas pessoais todos nós as temos, mas quando perdemos não há já volta a dar.

Porque não vivermos o presente como se futuro não houvesse, porque não sermos e vivermos como anarquistas desta sociedade. Vivermos em segredo como se de imortais nos tratássemos. Sem regras e porventura até com um Great Scotch.

Porque não aproveitarmos o que de bom nos dão e nos regozijar com o que ambos podemos dar um ao outro. Partilhamos ideias e ideais mas há ainda tanto por partilhar… Tanto por dizer e se fazer…

Porque não me deixas despir-te com o meu olhar enquanto os nossos corpos se fundem num bel
prazer de um savoir fair de paixão e amor enquanto nossas peles estaladiças em desejo ardente e suave sedução pecaminosamente se consomem entre beijos húmidos e molhados, carícias e ternuras inqualificáveis, sôfregos… Te possuo a alma com o calor arrebatador de nosso peito envolto nesta magia e sarcástica censura… Carícias e prazeres imorais… Minha lingua que percorre milímetros de tua pele por segundo, absorvendo tua cútis como poros de um deserto de areia que absorve chuvas que tardam em chegar… Faço-te sentir amada e desejada, minha e eu teu… Somos apenas um só…

Possui-me tu com garra e conquista pois eu sim sou quem já te conquistou com este murmúrio meu…

A nossa Quimera de Ouro…

De alguém para alguém...

CS...

Mistura Fina!

Hoje vou cortar na Casaca e não no casaco. Aliás, Blazer ou algo do género...

Estava eu hoje a ler uns artigos e vem parar-me às mãos uma Sra que sobejamente conheço...

Sobrenome "Taborda" e não me refiro ao Tarzan. Dizem que trabalha num qualquer canal televisivo e é parecida com a Lady Gaga. Bem, quem já esta a ficar "gágá" no meio disto tudo sou eu. Refira-se que eu não estou a referir algo que possa eventualmente fazer referência a um nome referido em uma qualquer referência de um referido artigo. Refer... Combóios? Nã... Quer dizer... Os larilas gostam de brincar aos combóios e sim, há um maricas aqui no meio disto. Já lá vamos.

Estou eu a ler um artigo desta Sra, que por acaso aprecio, quando vejo que ela critica o atendimento numa espécie de H3 ou Empadaria "não sei quê". H3 é diferente de H20, lógico. Acho que tem a ver com carne de cavalo e algo do género. Bem, já lá comi e realmente não é do melhor do mundo mas sempre é melhor do que comer um Mac. É grelhado. Cerne da questão, a Sra queixou-se do atendimento e com razão. Vi-a nos globos... Querida o baton rouge e esse corte de cabelo assentam-lhe bem, mas... Como eu não sou larilas, nem nenhum drag queen, lamento informar que do meu ponto de vista de gajo, de sedutor, de homem, de coiso... Epá... I pass! Próxima?!

A cusquice...
Aqui, a grande questão reside no facto de eu já ter ouvido, em amena conversa com um larilas, o nome desta Sra. O Larilas, panisgas ou SWAG team leader, disse-me que havia aberto uma empresa (relações públicas) com a dita cuja e que ela o teria deixado em maus lençois (dívidas e mais dívidas). Este, o Sr Larilas, tanto quanto sei já começa a dever a casaca a cristo de tanta dívida que acumula. Em quem vamos acreditar? Não sabemos. Facto é que este larilóide já teve um restaurante que em vez de ser transparente era muito Opaco e claro está... Fechou! Dúvidas? Questões? Ding Ding Ding! Dívidas! Se bem que isto em Portugal já virou moda. O manel? Sintra? Dívidas... Fecha! Pimba! O humorista com pinta de panasca mas que até nos fez rir durante anos? A mesma coisa.

Enfim, o meu conselho... Querida Streisand, se um Gay incomoda muita gente, dois incomodam muitos mais. Mas não a mim! Quanto mais houverem mais mulheres lindas sobram. És comprometida, certo? Blá blá blá... Amiga, se é que assim te posso chamar, tem cuidado pois a língua afiada dos teus amigos é pior que sei lá o quê.

Sim, inveja... Infelizmente. Tu trabalhas onde trabalhas. Em suma... cá continuarei com a minha rúbrica. Hoje não sei porquê apeteceu-me ser mais cor de rosa. Acho que vou comer uma empada de galinha!

P.s. - se precisares de alguma ajuda com o larilas diz-me. Podes contactar com o CS mas não me envies daqueles e-mails que tenho por hábito receber "CS faz-me um filho" pois jamais o farei e até sei que não queres mais engravidar.

P.s. 2 - porra que se passa comigo hoje que tou a escrever um texto tão sem jeito...

P.s.3 - vou já publicar a segui a este qualquer coisa romântica.

Abreijos!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Um clássico...


As minhas mãos grandes.. o meu rosto com a minha barba cerrada mas suave… o meu olhar castanho esverdiado que invade o meu / teu olhar… Os nossos sentidos… o sentir-te…

Aproximo-me de ti enquanto o meu peito exala um aroma doce… um misto de mel com madeiras… um doce atrevido… A minha mão esquerda pega-te pela cintura e aproxima-te enquanto as nossas cinturas se deliciam e começam a dançar freneticamente uma na outra… a minha mão direita afaga os teus cabelos, e dedilha a tua bochecha… a mão esquerda sobe acariciando a tua barriga, afagando o teu peito enquanto as nossas bocas se unem pelos lábios sôfregos de carinho e paixão… lambuzamo-nos em beijos salivados enquanto me chupas a língua e eu mamo o teu lábio inferior… a mão esquerda que sobe, o dedo que coloco em tua boca… a mão direita que suave, como o veneno, desaperta a tua blusa.. botão a botão e eis que num ímpeto de desejo e intensidade a puxo e rasgo… as tuas mãos… em minha cabeça e cabelos… aproveitas e apalpas-me puxando o meu corpo ainda mais contra o teu numa altura em que nossas roupas fazem amor, adivinhando-se um cheiro a feromona qual pólen que atrai uma abelha… desnudo o teu peito num simples gesto enquanto sorrio para ti com o meu ar de sedutor malandro, de bandido que tu sabes que está ali só por ti… retiras os botões de punho da minha camisa… e desapertas lentamente a minha camisa… eu no teu peito nu… nas tuas mamas doces e erectas, lambo e torno o survar de cada mamilo num pecaminoso momento de sofrimento e prazer… pois sopro para arrebitar cada mamilo e te provocar uma erupção cutânea como que um arrepio de tesão… subo novamente ao teu rosto e puxo os cabelos de tua nuca com força, com garra…  lambo e trinco o teu pescoço… subo e enquanto introduzo a minha língua no teu ouvido direito, prendo o lóbulo da orelha com a ponta dos meus lábios… nisto… o meu peito já se encontra contra o teu… desço novamente e com a minha mão esquerda desaperto as tuas calças justas… a minha mão direita fica pelo teu peito… afagando-o cada vez mais com paixão… tu começas por desapertar as minhas calças… e eu digo-te… para… PARA!!!!

 

Ambos paramos e vamos elevar este jogo a um outro nível… um outro cenário…

 

Uma sala, que mais se parece com um museu de nossas memórias vividas num passado longíquo… Candelabros que mais não são que vasos com flores e e velas brancas, acesas num puro sentido de desejo e encanto e ambiente de intensidade… Candeeiros em cristal, caídos de um tecto alto com desenhos parecidos com um quadro de Leo Da Vinci… Uma mesa grande… que daria à vontade para tu, eu, os filhos que jamais teremos e os netos que sonhamos em vir a ter… No meio desta antítese, destacam-se os quadros em talha dourada, uma lareira em pedra branca com um relógio e Ouro Rosa enquanto tu te enquadras nesta nossa pintura sentada em cadeirões Luís XV brancos com forragem dourada… Agora sim, posso continuar… Voltando aos nossos arrepios e devaneios… já semi-nús, volto a beijar-te como se fosse o primeiro… num ímpeto rasgo-te as cuecas e deixo-te completamente desarmada para a minha vista… tu puxas-me os boxers… eu desço com a minha língua que mais parece uma agulha de um polígrafo por conta de um mentiroso… chego ao teu ventre, completamente liso, suave como seda pois estás completamente depilada e beijo a tua púbis descendo ainda mais para saborear o teu mel enquanto prendo o teu clitóris com os meus lábios e lentamente introduzo um dedo em ti e faço um gesto como que se estivesse a chamar-te… imagina um… vem cá… o meu polegar em conjunto com a minha língua formam uma equipa… e as tuas mãos não despegam do meu cabelo remexendo-o freneticamente… a minha mão esquerda explora a tua barriga, o teu rabo… faço-te gemer de prazer, faço-te vir enquanto te provo e te cheiro… viciado em ti e em ti concentrado… volto a subir… e faço como que um toca e foge… Como eu não passo de um Caro Sedutor… digamos que a tua “Cara” faz um toca e foge com o meu “Sedutor”… Mais tarde iremos inventar um nome para os nossos órgãos… olho-te fixamente e devagar, como que um prazer dos deuses, lentamente entro em ti e tornamo-nos um só… mas volto a sair… sabes para quê? Para te beijar as costas e penetrar-te por trás… pegando-te pela cintura e pelo peito… o encaixe perfeito… Deito-te em cima da mesa… no nosso cenário… faço amor devagar contigo… roçando a minha púbis na tua… isto sem tirar o meu olhar do teu e beijo-te com amor, com paixão e sofreguidão… vem-te comigo… digo-te eu sussurrando ao teu ouvido… e eis que me chamas de amor… e eu amor te chamo… Amamos o nosso momento… vivemo-lo com toda a paixão e intensidade de dois amantes… deixo-te vir para cima de mim… onde tu passas a mandar… sinto as tuas nádegas a bater nas minhas virilhas enquanto me cavalgas e os teus cabelos e mamas saltam como se de uma conquista se tratasse… as nossas pernas entrelaçadas como que raízes de uma nogueira… visceral este nosso acto de fazer amor… Sem dares por isso, pego-te ao colo e contínuo a fazer amor contigo… já em pé… pego numa garrafa de vermute que por ali se encontrava e jorro o seu conteúdo em nossos corpos… mais uma vez terei de te provar minha beleza agridoce minha paixão intrínseca…  E este será o nosso ponto de partida para uma próxima ou neste caso para um próximo momento intenso… de um ou vários contos eróticos… Perdoa-me se não fui explícito o suficiente mas prometo que para a próxima terei um outro local, um outro momento e uma outra aventura…

Veia satírica e crítica...

Mes amis,

como estou de volta, embora com menos tempo que anteriormente não podia deixar de escrever sobre o que me vai na alma ou o que se passa no mundo à nossa volta.

Ora se canta uma Grândola, que mal ou bem ninguém sabe bem a letra ou o seu significado, mas pronto a malta canta porque o povo também canta e fica bem e somos uma cambada de parasitas sociais que vive à conta do subsídio de desemprego e ninguém quer de facto um trabalho mas sim um emprego onde não se faz um cú e se ganha ao fim do mês (Inspira.... retomar folêgo)... Escrevio sem vírgulas... bolas...

Ora se fala sobre o Jorge Jejum... e sobre o Malfica... Antes que me comecem a apedrejar virtualmente, visitem o wikipedia sobre Jorge Jesus e verão (porra parece que estamos no Inverno) que lá aparece uma foto com o nome "Jorge Jejum". Até o Gasparzinho virou comediante e fala sobre o assunto. Pois bem, fiquem desde já sabendo que a minha prenda para o JJ (quase que parece um nickname para um rapper) é um hidratante capilar (com uma gadelha daquelas eu faço ideia quantos piolhos e lêndias não sonharam em ter um Loft ou uma Moradia T5 como a cabeça do homem) e claro uma solução paranix porque o quitoso já saíu de moda.

Claro que nada disto é o que me vai na alma... O que me vai realmente na alma é a impaciência de ver as pessoas cada vez mais descuidadas. Já ninguém toma banho todos os dias, já ninguém tem o mínimo de educação e poucos são os que lavam os dentinhos. Claro, também me vai na alma o facto de ter estado numa fila para comprar umas vítaminas (eu tomo destas coisas como qualquer ser humano...) e ver um Sr a reclamar por causa dos comprimidos "Imodium rapid" que comprou e que estavam todos partidos. A Sra farmacêutica ou técnica (sim porque hoje em dia qualquer um é técnico do que raio seja) lá explicou que aquilo era para dissolver na boca e não no rabo. Porque será que só a mim me acontecem estas coisas? Porque terei eu de testemunhar tudo e mais alguma coisa? Será que sou Jeová e os meus Pais nunca o disseram? Hmmmm acho que não...

Que mais vos posso contar? Está vento, está frio mas o IOL diz que vamos ter um FDS cheio de Sol. Não, não é o semanário... é mesmo Sol de Soleil e não de circo. Get it? Em suma... a aldeia vai descer à cidade, os bichos vão sair da toca e este FDS vamos ver imensa malta de fato de treino a ir ao café / esplanada tomar a sua bica e falar em alto e bom som... Ai Portugal Portugal...

Esta semana descobri uma "cena" (eu não utilizo este "slang" regularmente mas pronto) muito interessante. A acidez e a alcalinidade da água. Já percebi porque é que a malta anda tão azeda e porque é que as mulheres são tão ásperas comigo... A culpa é da água!

Passo a explicar... Ph da água... 7 é neutro. Abaixo disto é ácida, acima dos 7 é alcalina. Bom saber! O Ph do nosso blood deverá rondar os 7,35. Bebendo a água engarrafada, que por vezes tem um travo a urina de cão ou de cavalo, informo que cá em Tugalândia as águas rondam os 4, 5 e muito raramente os 6. Agora, vejam a água de Carvalhelhos. Ph de 7! Maravilha! E sabe bem... não sabe a água da retrete nem nada que se assemelhe. Nota! eu nunca bebi urina de algum animal muito menos da retrete.

Como obter água alcalina? Simples... espremer meio limão para dentro de um copo com água de Ph ácido. Ficará nos 8 ou 9 (ph entenda-se). Melhor ainda? Uma colher de baking soda, vulgo fermento em pó (bicarbonato de sódio) misturada em um copo de água. Dúvidas?

Este já foi outrora um método de dopagem usado por jogadores de fut coiso, nadadores, ciclistas, etc... Ajuda também a fazer uma limpeza no organismo, nomeadamente ao fígado, rins e estômago.

Experimentem, dois copos por dia e verão a diferença. Vão conseguir respirar melhor, pois a água terá mais O2. E pronto... assim vai o mundo, a Nelinha Guedes continua feia, os gays já podem adoptar crianças, Lisboa continua caótica e o IRS termina amanhã (entrega). Boas notícias para quem não entregou o anexo SS, terão mais um mês para não levar uma paulada da AT.

JJ quando perderes novamente também vou cantar a Grandola tá?
Vieira, esse bigode fica-te mal.
Nelinha, não faças mais plásticas please... Bebe água alcalina, faz-te bem.

Entretanto irei falar novamente da Nespresso e das empregadas em Lisboa. Pelo que vi da última vez não haviam tantas baleias mas agora mais paus de virar tripas. Será que estes gajos não sabem o significado de meio termo?

Para terminar, não vou falar de palhaços porque há muito que não vou ao circo. E sinceramente, as crianças quando veem aquele gajo assustam-se mais do que riem. Um abraço para ti caníbal. Se leres o meu blog publica por favor no teu face da book e envia-me uma foto tua com a Maria a dizer "vota CS" porque seriamente estou a pensar tornar-me político. Ganha-se bem, não se faz um cú e ainda por cima temos motorista. Isso é que era!

Abreijos para todos :)
CS

Perdição


Perco o sentido ou perco a razão... Deixa de haver noção...Deixa de haver explicação... Nuvens soltas que vagueiam por céus outrora navegados em sonhos quebrados por gritos mudos que nem eu nem vós conseguem alcançar... Quando menos esperamos, menos aguardamos o nosso brilho reluz e qual verniz colorido, em spray espalhado, nossa energia nos outros reflecte. Sei o que sou, sei o que faço, mas sei bem como fazer como dar a volta. Seja por cima ou por baixo, respeito sempre presente, à minha maneira irei conseguir atravessar as barreiras sem as derrubar pois o esforço para tal não compensa.Mais rápido que a velocidade do pensamento, da luz ou do som eu emano as minhas energias que captam sinais e conseguem pressentir o que por aí vem... Quando menos eu espero, mais tempo tenho. O tempo ensina-me a razão e dá-me o momento. Eu posso nada ser durante um tempo mas consigo e sei que sou tudo num momento pois eu, sou um só. One man army como já ouvi dizer ou cantar... Espírito lutador, pé leve, motricidade em pessoa... Revejo situações e volto a pensar para não perder meu tempo. A solução para esta perdição encontra-se em mim, em nós, em todos.
Concentra-te, foca, objetiva, tu serás capaz. Imagina, criativa, projecta... Tu és tua fonte de energia. Tu sim, turbina e dinamocíclico. Corres-me nas veias, perdido mas achado quando me ferem. Fazes renascer e curar. Eu te alimentarei o ego meu puro sangue, veloz e ágil que nem uma flecha por entre um vento alheio... O alvo? Não existe tal... Existe sim uma perdição

Nosce Te Ipsum

Nosce Te Ipsum

As palavras são sem dúvida a maior arma à disposição do ser humano. O pensamento e a criatividade são uma realidade bélica quando controladas pela mente que sabe aguçar o sentido. As acções, são a demonstração do conhecimento adquirido e quando aliadas do sentido empírico de um indivíduo pleno e capaz tornam-se em autênticas bombas que devastam qualquer incauto. Não destruir mas sim imobilizar e aniquilar o mal. Aprender com os erros e anticorpos criar para no futuro baralhar e voltar a dar.

Sê extremamente subtil até ao mais infímo ponto da informalidade. Sê misterioso até que te tornes inaudível e transparente, fino como o ar. Respira e inspira-te. Conhece-te, explora as tuas capacidades e sentidos. Assim sendo, tu serás sempre criador do destino do teu oponente.


Atenção... isto foi escrito por mim :)

Gosto de ler e escrever isto enquanto ouço esta música...
http://www.youtube.com/watch?v=Y4XbneG571M

terça-feira, 28 de maio de 2013

Dicotomia...

Dicotomia...



Onde partes em busca do teu sossego... desses gritos mudos que te assolam a alma e afagam o peito... desse silencio insurdecedor... dessa aplasia crónica onde teu ser navega e se perde... onde eu busco por ti... e em tua ansia encontro tua explendura...

Juntos, de mão dada, combatemos essa tua mágoa que nunca entendeste bem o porquê de a teres... levo-te em mim... no meu peito... cortamos o ar, desafiamos o destino... sem rumo é certo mas confiantes do que queremos e desejamos... o bem estar... a calma... o eterno nós que nunca existiu nem talvez existirá...

A comoção de uma lágrima tua que percorre teu rosto e meu polegar que o seca... meu forte abraço te envolve... meu coração parco em palavras adorna o teu.... em um cachecol meu cheiro para ti o é... sou todo teu mas nunca minha serás...

Dicotomia de um sujeito ou predicado... envolves-me em teu olhar qual chama de fogo que se um dia se tornar em relação recíproca nada mais será que um forte amor... Sujeito a ti, sujeito a toda esta vivência e sonho..

Predicado de um verbo, de um balbuciar, acarinhar, adocicar, alcalinizar teu sangue de tão ácido que é enquanto provo o doce e amargo sabor de uma água qual sangue envolto em gotas que vertem de um limão espremido e um fermento salícilico que teima em perdurar...

Com carinho te dedico meus dias, minhas palavras, meus gestos...

Minha voz doce o é para ti que tanto me és... Os gritos amargos que mudos já não são...

Sofro sem saber, rasgo céus com o nosso ardor... fogo és, amor me dás, carinho somos... Um do outro...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CS is BACK

Caras, Expensives... E não souls...

regressei ao meu canto. Depois de uma viagem atribulada em factos da minha vida que se têm vindo a adensar...

Let's cut the crap!

Sim, tive uma relação! Bolas... Se foi boa? Sim foi! Mas, como é sabido e visto que estou a escrever no passado... apraz-me dizer que utilizo o correcto tempo verbal.

Para breve irei colocar aqui mais um ou dois textos que tenho vindo a escrever. Uns sobre o bem, outros sobre o mal... No entanto, deixo aqui alguns pensamentos que têm sido a minha escapatória para uma vida que se tornou num autêntico inferno por causa de um gay.

Sim! Um gay ou neste caso dois ou três... São piores que as formigas!

Leitoras, não é nada disso que estão a pensar... O CS não virou gay... mas tenho travado duras batalhas com um SWAG ou seja... um "secretly we are gay" ou neste caso um SIAG. Traduzindo para miúdos, CS secretamente sou pansigas, sou abafa costoletas, sou picolho. Em suma, o tipo dedica-se à arte de criar panelas.

Um dia conto a história aqui em pormenor... Mas bolas.. isto não está fácil... E não é a crise, com essa posso eu e bem. Cada vez mais me faz impressão os e as alpinistas sociais. Fazem de tudo...


Bahhhhhhhh! Desabafo!

Um beijo a todas as minhas fãs que me têm enviado e-mails e peço imensas desculpas por não ter escrito tanto e ter "aniquilado" o meu blog. Algumas de vós já adicionei ao meu FB. Sim, o CS tem um blog mas com o nome próprio. Poucas são as que terão esse privilégio. Aliás, o que é bom paga-se e por isso toca a pagar um trizilião de euros para a minha conta offshore que fica ali entre a damaia e benfica. Estou a brincar :)

Welcome tu the jungle! :)

Beijoooooooooos!